quarta-feira, junho 11, 2008

ELEITORAIS

DE LONGE
O homem forte da campanha de João Paulo Kleinübing usa toda sua diplomacia para analisar a decisão de Paulo França, que abdicou da disputa pela vaga de vice na chapa. “Não houve nenhum comunicado oficial, sabemos apenas que França reassume na SDR.”, afirma Nélson Santiago, que garante acompanhar à distância as movimentações do principal parceiro eleitoral da coligação. “Aguardamos o sinal da fumaça branca”, sintetiza Santiago, que é também presidente do DEM em Blumenau.

CRITÉRIOS
“Acordamos com o PMDB e com o PSDB que eles indicariam o vice”, explica o coordenador da campanha de JPK. Santiago diz que os dois partidos têm autonomia para fazer a escolha, desde que sigam dois critérios: o de aglutinação partidária e o bom potencial eleitoral.

AGREGADOR
Com a decisão de Paulo França, Santiago diz que o único nome oficial que a coligação têm como indicado até o momento é o do vereador Rufinus Seibt, ressaltando que a escolha deve ser em cima da pessoa que unifique o bloco PMDB-PSDB. “Aquele que melhor trouxer estes dois partidos unidos é a nossa preferência”.

FIM DE ESPECULAÇÃO
Sobre as especulações em torno de uma possível candidatura de Neusa Pasta Felizetti, secretaria de Regularização Fundiária e Habitação, também do PMDB, o presidente do DEM é enfático ao negar que ela tenha pedido exoneração da Prefeitura na última quarta-feira, prazo limite para os ocupantes de cargos públicos pedirem desincompatibilização para concorrer a cargo majoritário. Este teria sido um dos pivôs da mais nova crise com lideranças locais do PMDB, que culminaram com o afastamento de França do processo eleitoral.

Um comentário:

fabioricardo disse...

Alexandre, apenas para te atualizar sobre aquele meu questionamento da internet no período eleitoral, mando uma resposta que recebi:

“O TSE finalmente respondeu à consulta sobre o que pode e o que não pode na propaganda eleitoral na internet. O ministro que fez aquela resolução proibindo tudo foi o Ari Pargendler. Ele defendeu novamente a idéia. Mas o presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, discordou e convenceu os outros ministros.
Olha o que ele disse:

“O Direito não tem como dar conta desse espaço. É um espaço que não nos cabe ocupar. Deixemos os internautas em paz”.