sexta-feira, outubro 31, 2008

SEGURANÇA PÚBLICA

ARRASTÃO
A Polícia Militar de Indaial, em parceria com o Ministério Público, fez um arrastão em mais de 15 estabelecimentos e recolheu cerca de 70 máquinas de caça níquel. Nunca mais vi estas operações aqui em Blumenau, por que será? Não tem mais jogo na cidade?

OLHOS FECHADOS
Não precisa nem ser detetive para saber onde existem pontos de jogos em Blumenau. Eles estão espalhados pela cidade e muitos são bastante conhecidos. Falta estrutura e vontade para bater de frente com a contravenção. Até porque o dinheiro oriundo dela também alimenta muitos interesses escusos.

ALVO ERRADO
Fico impressionado com a dificuldade de assimilar a critica por parte de algumas autoridades policiais. O titular da Central de Polícia Giancarlo Rossini é um deles. Não aceita e tentar fazer retaliações, como não conceder entrevistas e selecionar para quem falará. O que ele não percebe é que quando a imprensa critica não está falando de um determinado servidor e sim da falta de prioridade que o Governo do Estado tem com a Segurança Pública. A imprensa é uma aliada e não inimiga.

8 comentários:

Serginho disse...

Alex, ficaria mais fácil se o Governo Federal legalizasse isso de uma vez. O Livre Arbítrio seria de cada um. Oras, se eu gosto de tomar uma cervejinha, porque não outros não podem jogar? Não jogo, mas conheço diversos pontos onde tem as máquinas. Cada um faz o que quer. O jogodo bicho corre solto, e até teve aquele triste episódio da senhora que foi assaltada... quer dizer o poder público sabe que existe, então porque não cobra os impostos de uma vez a acaba com essa lenga-lenga? Abraços e ótimo fim de semana!

Anônimo disse...

Cuidado Alexandre! A "otoridaee" pode ficar nervoso e manda te prender e dar uma coça!!!!

Anônimo disse...

Conheço onde tinham 3 máquinas, denunciaram, a PM foi lá, retirou, no outro dia tinha outras novinhas. Não enxergam pois não querem, ficam namorando no celular, vigiando onde não tem bandido e muito mais coisas. Se vc denuncia, não tem ninguem pra ir na tua casa, e precisa cuidar pra não ser preso, podem achar algo que te incrimine. Então, estamos perdidos com esta sociedade quebrada pelo desleixo de quem a administra tem muito tempo, lembrem de ARENA e MEDB, a coisa continua a mesma. Ë o povo totando".

paladino disse...

Alexandre,
Eu penso que joga quem quer.
Não sou favorável a qualquer jogo de azar, mas qualquer um sabe que a máquina vai arruinar o trouxa que nela joga.
A raiva do governo é que ele ainda não criou um mecanismo para cobrar imposto sobre caça-níqueis.
Assim que pensar em cobrar... legalizam e fica tudo na paz.

Anônimo disse...

Boa Tarde, acabei de ir na padaria Beija Flor no Bairro Tribess, onde enquanto estava comprando com minha namorada e meu sobrinho, um vagabundo entrou armado e anunciou o assalto roubando todo dinheiro do caixa. Foi uma experiencia horrivel, uma sensação de impotencia. Agora te pergunto onde está a Policia, vão responder que não podem estar em todos os lugares, e durante a semana as padarias estão cheias de policiais tomando café e muitas as vezes fora de hora. E ficam preocupados com caça-níqueis.

castelo burguês disse...

Acho que o logo logo o delegado vai começar a prestar mais atenção no trabalho da sua emissora...

http://impactosc.blogspot.com/2008/10/um-imprio-construido-com-base-numa.html

Por que agora vc não retransmite as notícias do seu parceiro Imapactosc???

Coragem chefe!

Anônimo disse...

Enquanto não cobrarmos maior atitude de nossos comandantes, enauqnto a imprensa continuar escondendo do povo por interesse obscuros a verdade, eles vão continuar tomando café, namorando no telefone e os políticos passeando pra lá e pra cá. Tá na hora de falar a verdade, a campanha acabou moçada da imprensa, agora pode malhar.A imparcialaidade pode cmeçar agora, é um bom momento e ainda da tempo de mostrar quem é quem neste país.

Anônimo disse...

Pode desmoronar, a qualquer momento, um verdadeiro império que ultrapassou as fronteiras do Paraná e chegou à Santa Catarina, tomando conta de um importante espaço na área de comunicação do nosso Estado. Sob o nome de RIC TV e graças a um contrato de transmissão em rede com a Record, este império de comunicação chegou também ao rádio e ao jornal, transformando o Grupo Petrelli num arremedo de Grupo RBS e cujas pretensões de ampliar os tentáculos ficam cada vez mais evidentes diante dos apadrinhamentos políticos que sempre os garantiu. Uma história que começou no Paraná, contudo, e cujos resultados que ninguém poderia imaginar chegariam à Santa Catarina, fazem hoje os catarinenses saber que, toda história tem duas versões; uma falsa e outra verdade. A falsa é a história de um grupo poderoso que nasceu no Paraná, se espalhou por suas fronteiras e chegou à Santa Catarina, graças ao dinamismo de um grupo, bem apoiado politicamente, e que foi estendendo suas raízes de forma a se tornar uma das maiores expressões da área de comunicação no sul do país.

A verdadeira história, contudo, é bem outra e tem passagens misteriosas ou até então desconhecidas, finalmente desvendadas por uma ação popular que culminou em Brasília neste início de Outubro, quando o STF de uma vez por todas decidiu pela vitória de uma ação que o Ministério Público colocou na Justiça para cobrar resultados. Nesta verdadeira história, lances maquiavélicos que misturam o poder e a política a ponto de transformá-los em instrumentos que imaginam manobrar a vontade de todos, usando de meios ilegais para conquistas ilegítimas e que acabam, como neste caso, se transformando num verdadeiro império.

Hoje, por exemplo, falar dos Petrelli, tanto aqui em Santa Catarina quanto no Paraná é buscar manchetes e páginas de histórias do bom e do melhor que realizaram na área de comunicação, sem saber, contudo, que a falsa imagem começou numa farsa grosseira e criminosa, necessária hoje de ser cobrada com todos os seus instrumentos porque além de lesar uma família, contribuintes do tesouro nacional e estadual, mais o público em geral, está alicerçada na falsificação de assinatura de um falecido, Adalberto Nascimento, cujo espólio quer agora ser devidamente ressarcido pela vergonhosa utilização da assinatura de seu familiar num negócio que interessava apenas, na época, a José Carlos Martinez, o Batatinha, como era conhecido quando ainda vivo, e Mário Petrelli, o companheiro que aceitou formar um senhor negócio a partir de Cascavel, Paraná, e que se transformou no mais rendoso meio de comunicação para ambos. A decisão final, em Brasília, no último dia 7 de Outubro, deixou claro que, embora o poder e os padrinhos do Grupo Petrelli tenham hoje laços importantes até em Brasília, é preciso que não apenas os catarinenses, mas todos os brasileiros cobrem da RIC TV e seus tentáculos, tudo que juntaram na mão grande através de uma falsificação de assinatura de um morto e que não pode ser perdoada.